Há várias espécies de dores capazes de atingir os corações humanos.
Qual a mais intensa?
Parece-nos ser aquela que estamos sentindo no momento.
Temos o costume de esquecer o passado e valorizar o sentimento
presente como se nada de pior já tivesse acontecido, ou pudesse vir a
acontecer.
Isso é uma tendência muito natural do ser humano. Mesmo assim,
existem sofrimentos que se distinguem dos outros, e assumem perante a
maioria das criaturas uma condição de maior gravidade.
A morte de um ser querido, por exemplo. Não há quem não se
comova, sofra, sinta verdadeiramente quando um ser amado abandona o
envoltório corporal e parte para outro plano da vida.
Pouco importa se a desencarnação foi repentina, ou não; se foi
violenta, ou serena. Não interessa se aquele que partiu já contava com
avançada idade, ou se ainda era jovem.
Não há como mensurar essa espécie de dor. E cada um a sente, e
reage a ela, de forma diversa. Há aqueles que se entregam, blasfemam e
se revoltam. Há outros que choram, mas que aceitam, envolvendo suas
dores no bálsamo da prece e da fé.
Há, ainda, os que buscam modos nobres e belos para render novas homenagens àqueles que já se foram.
Não permita que sua dor, seja ela causada pelo motivo que for, o impeça de perceber a beleza de cada momento.
Não deixe que suas lágrimas, por mais sentidas e justas que
sejam, turvem sua visão, impossibilitando que seus olhos vejam a vida
com clareza e serenidade.
Dedique aos amores que partiram pensamentos otimistas e repletos de confiança no reencontro futuro, sem desespero nem revolta.
Se hoje, na sua rotina, pareceu-lhe que ninguém notou a dor que
lhe invadia intensamente o peito, saiba que nada, nem mesmo nossas
angústias, passam despercebidas ao Pai.
Confie, persista e prossiga, sem
pre !!
Redação do Momento Espírita .
Amigos queridos,
Bom final de semana... Muita PAZ eu desejo a todos!
Que Deus nos ampare a cada dia !
Fé, força e coragem para todos nós !
Um beijo e um abraço com todo o
meu carinho, para vocês.
Ilca