terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Estou voltando...
Olá meus queridos amigos e leitores!
Depois de um tempo ausente aqui no blog, estou de volta... me sentindo renovada, mais serena e mais motivada para recomeçar. Obrigada a todos pela visita e comentários, pelo carinho e pela preocupação... Agradeço muitíssimo a cada um de vocês, por sempre estarem me acompanhando e me incentivando a continuar aqui, neste espaço que me traz tanto aprendizado, através das experiências que compartilhamos. Vocês são muito especiais na minha vida!
Saudade grande !!!
Deus conosco, sempre! Fé!!
Meu abraço bem apertado e carinhoso para todos.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Aviso aos amigos !!
Amigos queridos, hoje é um dia especial... Saudosas lembranças, tantas!!
Aguardem minha próxima postagem: uma homenagem para Thais.
Obrigada!
Abraços com carinho...
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Saber morrer
Morrer. Desse destino, nenhum ser humano escapará. E, no entanto, como tememos esse momento! Com que dor a maioria de nós pensa no instante da morte.
É
que fomos ensinados a temer a morte. Ela nos é apresentada como
sinônimo de lágrimas, instante de trevas, definitiva separação dos seres
amados.
Abismo e tristeza. Aprendemos que a morte se faz de luto e mistérios, névoa e saudade.
Mas é preciso se preparar para a chegada da hora final. Afinal, a cada dia se reduz nossa estada na Terra.
Desde que nascemos, cada respiração assinala a diminuição de nosso tempo no planeta.
Porque
o ritmo da vida material nos envolve, quase sem perceber, deixamos de
lado a lembrança de que caminhamos mais um passo em direção à morte.
O
fim é apenas do corpo físico, pois a alma - a essência do que somos -
esta existirá para sempre. Os séculos correrão, mas nós... Nós
sobreviveremos.
Nessa
longa estrada que é a vida, muito iremos aprender. Outros amores,
parentes, lugares e situações irão enriquecer a nossa experiência.
E muitos outros corpos servirão de instrumento para o nosso aprendizado.
Por
isso, nada de demasiado apego ao corpo. Ele é importantíssimo, mas é
uma ferramenta de trabalho. Nele temos apenas um auxiliar para a nossa
educação.
Com
a ajuda desse corpo, vivemos na Terra, construímos uma família e nos
relacionamos com outros seres humanos. Ele é essencial para a vida em
sociedade que burila o nosso Espírito.
É que no contato com as outras pessoas temos a oportunidade de exercitar paciência, tolerância, solidariedade e ética.
Enfim, pôr em prática gestos e situações que são puras manifestações de amor.
E não é esse o objetivo maior de nossa vida: descobrir, exercitar e vivenciar o amor?
Nada
há a temer na morte quando a vida é plena em amor, quando os dias são
perfumados pela bondade, quando a consciência é reta e o dever cumprido.
Quem vive assim - de coração sossegado e plantando alegrias - aguarda que a vida cumpra seu ciclo natural.
Para este, a hora da morte é serena. Abrirá os portões de um mundo novo, cheio de descobertas: a Casa do Pai Celeste.
Um
homem de bem morre como alguém que descansa após um dia de trabalho bem
feito. Não tem apego a nada, pois sabe que deve devolver a Deus tudo o
que recebeu.
A
renovação é a regra geral da natureza. Quando a morte chega é a hora de
devolver ao mundo o corpo frágil, que se misturará às águas e à terra.
E
o homem que usou aquele corpo estará longe: abrirá os braços para o
infinito. Seus olhos contemplarão estrelas, luzes, cores e formas nunca
sonhadas.
Seguirá com o coração em festa. Pronto para novas experiências, disposto a aprender e a amar.
Redação do Momento Espírita.
Amigos queridos,
Obrigada pelo carinho e pelos seus valiosos comentários.
O meu abraço amigo e caloroso... E minhas vibrações de paz e amor a todos !!
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Reflexão sobre a morte e a vida
A morte nos coloca diante da mais simples verdade, a única certeza absoluta que nem mesmo o cético mais obstinado pode duvidar. A dor que nos dilacera nestes momentos não cabe em palavras. Só nos resta senti-la, suportá-la e manifestá-la. O que dizer ao pai e mãe que perdem o(a) filho(a)? Como confortar o(a) filho(a) diante do falecimento do pai ou da mãe? O que falar aos que choram pela morte dos entes mais queridos?
Não é fácil. Por mais sincero que seja o que proferimos em tais circunstâncias, não é suficiente para aliviar a dor e ainda pode soar formal. Não esqueço do pai cujo filho morreu afogado: abracei-o e senti o seu corpo trêmulo. Meu abraço expressou toda a solidariedade que cabia em mim naquele momento, mas fui incapaz de pronunciar qualquer palavra. E se o fizesse, ela não expressaria mais do que o meu gesto.
A morte também é elucidativa. Ela ensina, mostra o quanto somos frágeis e explicita a efemeridade da vida. Não podemos confiar no amanhã, pois nada nos garante que estaremos vivos. No entanto, precisamos nos iludir, pois é insuportável imaginar a ausência do ser no dia que segue. Assim, nos entregamos à rotina e esta nos oferece uma espécie de segurança ontológica. Precisamos acreditar que outro dia virá, que estaremos entre os nossos e eles estarão conosco. E isto é ainda mais necessário porque não se trata apenas da vida e morte do “eu”. Não é tão difícil aceitar a própria finitude, é muito mais doloroso perder o “outro” que nos completa. Até aceitamos a inevitabilidade da morte do “eu”, mas é dilacerante a experiência da partida dos que amamos.
Talvez por isso tenhamos tantas dificuldades em pensar sobre a morte. Muitas vezes este é um assunto interdito, um tabu. Já fui chamado a atenção por volta e meia tratar deste tema. Compreendo. Refletir sobre a morte é, entre outros aspectos, reconhecer o quanto é risível a nossa presunção. Somos natureza, mas arrogantemente almejamos a eternidade. Ao vivermos como se eternos fôssemos não percebemos o tempo precioso que se esvai a cada segundo. As coisas mais simples da vida, os detalhes que nos realizam em toda a plenitude do nosso ser são, muitas vezes, relegados a plano secundário.
E assim esgotamos o tempo que temos com o supérfluo, a mesquinhez e a arrogância. Será que fazemos jus ao exíguo tempo que nos é oferecido a cada dia? Muitas vezes o que parece importante não é o essencial. O poeta Horácio aconselhava: Carpe diem quam minimum credula postero (Colhe o dia presente e confia o mínimo no amanhã). Devemos valorizar cada segundo como se fosse o último. O amanhã é um tempo que não nos pertence, mas como viver sem olhar para o passado e sem a esperança no futuro? Se podemos sonhar e imaginar o amanhã, como restringir-se ao presente?
O escapismo pode se revelar ineficaz. Somos racionais, mas também seres de emoções e sentimentos. Como escreve Milan Kundera: “Penso, logo existo é um afirmação de um intelectual que subestima as dores de dente. Sinto, logo existo é uma verdade de alcance muito mais amplo e que concerne a todo o ser vivo”.*
Ele se refere à dor física, mas também há a aflição pela perda do ser amado. Então, o “eu” dilacera-se e o sofrimento acentua dolorosamente a existência. O “eu” dilacerado deixa de ser pleno. É um “eu” partido, pois parte de mim extinguiu-se com o “outro” que se foi. A perda de quem amamos esfacela o “eu”. De certa forma, morremos também. Porém, permanece a possibilidade de reincorporar. A memória do “outro” vive em mim, e se o sinto presente encontro forças para suportar a dor. Não esquecê-lo é evitar a sua segunda morte.
Sofrer é próprio do humano, mesmo assim é preciso perseverar. A vida continua e nos desafia a vivê-la plenamente e merecê-la.
(Desconheço a autoria)
Obrigada pelo seu apoio e carinho constantes!
Um grande beijo no seu coração !!
sábado, 1 de novembro de 2014
Dia de Finados - Homenagem aos nossos entes queridos que já partiram!
Obrigada minha filha amada, por fazer parte da minha vida!
Peço a Deus que te proteja e ilumine o teu caminho.
Te amo para sempre !!
(clique na foto para ampliar)
Não fale dos mortos, senão para deles falar bem.
Disse um conhecido escritor:
"O louvor aos mortos é um modo de orar por eles."
É isso. Aos mortos devemos orações e palavras carinhosas;
e ainda, mais que palavras, vibrações de respeito e amor...
Uma terna saudade, uma lágrima, quem sabe.
Nunca, porém, tristeza e inconformação.
Aqueles que amamos não morreram: partiram antes de nós,
e onde estão nos esperam para o reencontro feliz.
Que não haja dúvida em seu coração sobre a imortalidade.
A morte não existe, o que há são mudanças de estado.
Hoje, estamos na matéria pesada do nosso corpo físico.
Amanhã, estaremos na matéria leve e luminosa do nosso corpo espiritual.
(Desconheço a autoria)
Vamos orar por nossos amados que, hoje, já não se encontram, fisicamente, ao nosso lado. Que Deus os ilumine sempre na Espiritualidade! Nosso eterno amor e nossa profunda e eterna saudade !!
Peço a Deus que te proteja e ilumine o teu caminho.
Te amo para sempre !!
(clique na foto para ampliar)
Disse um conhecido escritor:
"O louvor aos mortos é um modo de orar por eles."
É isso. Aos mortos devemos orações e palavras carinhosas;
e ainda, mais que palavras, vibrações de respeito e amor...
Uma terna saudade, uma lágrima, quem sabe.
Nunca, porém, tristeza e inconformação.
Aqueles que amamos não morreram: partiram antes de nós,
e onde estão nos esperam para o reencontro feliz.
Que não haja dúvida em seu coração sobre a imortalidade.
A morte não existe, o que há são mudanças de estado.
Hoje, estamos na matéria pesada do nosso corpo físico.
Amanhã, estaremos na matéria leve e luminosa do nosso corpo espiritual.
(Desconheço a autoria)
Vamos orar por nossos amados que, hoje, já não se encontram, fisicamente, ao nosso lado. Que Deus os ilumine sempre na Espiritualidade! Nosso eterno amor e nossa profunda e eterna saudade !!
sábado, 25 de outubro de 2014
Um apelo dos desencarnados aos que ficam
Muitos encarnados clamam desesperadamente pelos que partiram, vertendo lágrima amargas, quando não, acalentando ideias de suicídio na enganosa ilusão de reencontrá-los.
Há muito desassossego na vida
psíquica dos desencarnados, toda vez que os familiares não aceitam a
separação ou procuram vingança, nos casos de desencarnação por
assassinato, alimentando os sentimentos inferiores, muitas vezes, envolvidos
nesse processo.
Inúmeros outros comunicantes falam da dificuldade de adaptação ao mundo espiritual por causa da perturbação dos familiares.
Esse desequilíbrio, muitas vezes intenso, não lhes permite a própria renovação no plano em que se encontram.
Vamos
destacar alguns trechos das cartas dos desencarnados nos quais
solicitam a compreensão dos familiares diante da separação. São pontos
muito úteis para o nosso próprio preparo diante da morte:
"Vejo
seu rosto sem parar, todo banhado em lágrimas sobre o meu e sua voz me
alcança de maneira tão clara que pareço carregar ouvidos no coração. Ah,
Mamãe! Eu não tenho o direito de pedir ao seu carinho mais do que sempre
recebi, mas seu filho pode pedir mais alguma coisa à sua dedicação,
não chore mais." (Alberto Teixeira através de Chico Xavier - Presença de Chico Xavier).
"As lágrimas com que me recordam, caem no meu coração por chuva de fogo, (...) o pensamento é uma ligação que ainda não sabemos compreender. Quando estiverem com as nossas lembranças mais vivas, comemorando acontecimentos, não se prendam à tristeza. (...) Posso, porém, dizer-lhes que estou com vocês, assim como alguém que carregasse no ouvido um telefone obrigatório. Não estou em casa mas ouço e vejo o quanto se passa. Nossos amigos daqui me esclarecem que isso passará quando a saudade for mais limpa entre nós. Saudade limpa!. Nunca pensei nisso! Mas dizem que a saudade que se faz esperança no coração, é assim, como um céu claro, mas a saudade sem paciência e sem fé no futuro, é semelhante a uma nuvem que se prende com a sombra e tristeza àqueles que dão alimento na própria alma." (Marilda Menezes através de Chico Xavier - "Novamente em Casa").
"Estou
presente, rogando à senhora que me ajude com a sua paciência.Tenho
sofrido mais com as suas lágrimas do que mesmo com a libertação do
corpo. Isso porque a sua dor me prende à recordação de tudo o que
sucedeu. E quando a senhora começa a perguntar como teria sido o
desastre, no silêncio do seu desespero, sinto-me de novo na asfixia."
(William José Guagliardi através de Chico Xavier - Vida no Além).
Evidentemente
que não vamos cultivar falsa tranquilidade, considerando natural que
alguém muito amado parta para o plano espiritual. Por maior que seja a
nossa compreensão, com certeza sofreremos muito. No entanto, devemos
manter a serenidade, a confiança em Deus, não por nós mesmos, mas
sobretudo em benefício daquele que partiu. Mais do que nunca ele precisa
de nossa ajuda, e principalmente de nossas orações.
sábado, 18 de outubro de 2014
A grande viagem do espírito: A Vida!
Vale a pena viver... e aprender!
A vida não espera, por onde você for, o tempo não pára.
O que ficou, ficou... o que se foi, passou.
É a vida em movimento. Somos viajantes eternos em suas trilhas.
Parece que somos passageiros na eternidade, mas a verdade é que somos eternos dentro do temporário. Ou seja, somos eternos no movimento da vida que segue...
Na natureza, tudo passa!
O traço característico da existência é a impermanência.
As coisas mudam, sim, mesmo que você não queira.
Pessoas e situações vão e vêm em nossas vidas, entram e saem na esfera de ação do nosso viver.
A vida é assim!
Há um tempo para tudo:o amanhecer, o meio-dia e o anoitecer.
Da mesma forma que há um tempo para semear e colher; nascer, viver, partir, renascer e seguir...
Tudo passa!
O que marca é a experiência adquirida.
As culpas e as mágoas também passam!
No rio da vida, as águas do tempo curam tudo, pois diluem no eterno as coisas passageiras.
Sim, se você se permitir notar que o tempo leva tudo, e que a vida segue...
Tudo passa mesmo!
As estações se sucedem no tempo certo: primavera, verão, outono e inverno.
Isso é natural!
Como é natural o espírito imperecível entrar e sair dos corpos perecíveis.
Como é natural seguir em frente, pois o tempo não pára e a vida segue...
As experiências vão, mas o aprendizado fica.
A evolução é inevitável!
Todos estão destinados à Consciência Cósmica, mesmo que não entendam isso agora.
Porém, se o desentendimento é passageiro, a felicidade advinda do processo de evoluir continuamente será imperecível.
Tudo a seu tempo!
Enquanto evoluem e aprendem a arte de viver, sejam felizes...
E não se detenham, até alcançar a meta!
O que vale é o Amor!
Wagner Borges
Sim, vale a pena viver... e aprender, pois os momentos passam, a vida continua!
Para você, amigo e amiga, o meu abraço de carinho e gratidão!
Envio-te muita paz, luz e amor !!
sábado, 11 de outubro de 2014
A cada dia um aprendizado
Quando através de um sofrimento conseguimos extrair um aprendizado, podemos dizer que foi proveitoso ter passado por ele.
Choramos quando perdemos alguém tão querido. Choramos pelo vazio que esse alguém deixa quando não está mais presente fisicamente na nossa vida.
Quantas perdas, quantos vazios, quantas lembranças!
Num momento, tudo perde o sentido... Esvaem-se nossas energias, nossa alegria, nosso sentido de viver. E nos perguntamos o porquê de tudo, da vida e da morte?
Por mais que saibamos que é assim, que sempre foi e sempre será, toda vez parece uma surpresa, que a vida está nos pregando uma peça, surpreendendo-nos com algo novo e desavisado.
Como podemos aceitar algo que nos é tirado de repente?
A vida a todo momento nos mostra o desapego na flor que desabrocha e depois vai perdendo sua beleza, seu vigor e seu perfume, até caírem suas pétalas na terra. Nas folhas que caem misturam-se à terra transformando-se em adubo para outras plantas e árvores encerrando um ciclo e começando outro, mostrando a todo instante o que já sabemos, que a vida é um ir e vir...
Que estamos aqui de passagem, num aprendizado na "Escola da Vida" e muitas vezes não conseguimos sair do estudo primário.
Tudo nos é dado e tirado.
O que será que temos que aprender?
Aprendizado extraído desse momento de reflexão: viver cada momento o mais consciente possível!
Agradecer cada momento da vida que nos é permitido viver. Valorizar cada coisa que tocamos, que vemos e que sentimos. Fazer de cada dia algo novo e renovador.
Saber que a vida nos empresta os “brinquedos”, não para passarmos o tempo brincando e depois chorando quando eles nos forem retirados, mas para aprendermos com eles, tirando os ensinamentos necessários para passarmos para uma nova fase, a uma outra dimensão de vida.
Prestar a atenção se não estamos sendo levados pela vida igual a uma folha morta levada pela água do rio, encalhando às vezes em qualquer obstáculo que encontrar pela frente.
Nada nos pertence, nada é permanente, a não ser o espírito.
O que fica?
A essência, o que aprendemos e transmitimos como exemplo de aprendizagem.
Procuramos ser verdadeiros canais da presença divina.
Viver a vida é viver o amor, a gratidão e a presença consciente que nos une a Deus.
Que as palavras possam ser sentidas em sua essência e tornarem-se vida por todos nós.
(Desconheço a autoria)
Que a luz divina brilhe sempre sobre nós !
Beijos no coração de todos. E fiquem com Deus !
domingo, 5 de outubro de 2014
Não tema a morte
Reflexões sobre a passagem da vida terrena para a espiritual
Por que temos tanto medo da morte?
Richard Simonetti nos diz: "A morte é a única certeza da vida.Todos morreremos um dia. O medo da morte, basicamente, é o medo do desconhecido. Por isso o Espiritismo elimina nossos temores "matando" a morte, na medida em que demonstra que ela é apenas um retorno à vida espiritual, nossa pátria verdadeira.
O ideal é estarmos sempre preparados, vivendo cada dia como se fosse o último, aproveitando integralmente o tempo que nos resta, no esforço disciplinado e produtivo de quem oferece o melhor de si em favor da edificação humana. Então, sim, teremos um feliz retorno à Pátria Espiritual.
Compreensível, pois, que nos preparemos, superando temores e dúvidas, inquietações e enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.
O primeiro passo nesse sentido é o de tirar da morte o aspecto fúnebre, mórbido, temível, sobrenatural. Há pessoas que simplesmente recusam-se a conceber o falecimento de um familiar ou o seu próprio. Transferem o assunto para um futuro remoto. O espiritismo nos oferece recursos para encarar a morte, com fortaleza de ânimo, inspirados igualmente na fé. Uma fé inabalável de quem conhece e sabe o que
o espera, esforçando-se para que o espere o melhor.
O despreparo para a morte caracteriza multidões que regressam todos os dias, sem a mínima noção do que os espera. São pessoas que jamais meditaram sobre o significado da jornada terrestre: de onde vieram, porque estão no mundo, qual o seu destino. Sem a bússola da fé e a bagagem das boas ações, situam-se perplexas e confusas."
O conhecimento das leis espirituais e do processo de desencarnação são de grande importância como preparativos à morte. É possível suavizar os nossos últimos momentos, proporcionando fácil desprendimento, permitindo assim uma rápida adaptação no mundo novo que nos espera.
Por intuição, todos sabem que morrerão um dia, no entanto, muitos têm medo da morte porque desconhecem todo o processo de passagem para o Plano Espiritual. O espiritismo nos trouxe os devidos esclarecimentos, dando-nos as informações necessárias para que possamos nos preparar para o momento do retorno ao nosso verdadeiro lar, e encarar a morte com serenidade.
Emmanuel afirma que devemos cuidar do corpo como se ele fosse viver eternamente, e do espírito com se fosse desencarnar amanhã. Há uma frase muito famosa de Confúcio, antigo filósofo chinês, que resume o que foi dito acima: "Aprende a bem viver e bem saberás morrer!"
Chico Xavier - "Sobre a Terra, tudo é ilusão, tudo passa, tudo se transforma de um instante para o outro. O que conta é o que guardamos dentro de nós, tudo mais há de ficar com o corpo, que se desfará em pó. Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a chegada da noite - tendo confiança que, em breve, de novo há de raiar o Sol !..."
Não tema a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Viva de maneira prudente, faça o bem que puder e quando soar seu momento, vá sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve encontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.
E é persistindo na prática diária da prece, na meditação, e no exercício constante do amor e da compaixão, com a mente calma e um coração amoroso, teremos com certeza uma morte tranquila.
(Alguns trechos extraídos do Doc. Transcript - O Despertar da Borboleta)
Muito grata pela visita e pelos comentários carinhosos.
Abraços a todos !
Muita paz e muita luz !!
domingo, 28 de setembro de 2014
Perseverança
Jogo a minha rede no mar da vida e, às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia.
Não há como não me entristecer e não há como desistir.
Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio:
dor que não verte, envenena.
O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos.
Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move.
Guardo a minha rede e deixo o dia dormir.
Com toda tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia.
Se a gente não fosse feita para ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes.
Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas.
Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo...
Ana Jácomo
Perseverar sempre! Sigamos em frente, mesmo que a passos lentos. Não devemos desanimar, não devemos nunca desistir de caminhar.
Um grande beijo de luz em todos !!
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